quinta-feira, janeiro 27, 2011

Especial: A minha não.

A minha gratidão não tem memória curta.
Confesso que não entendi a ausência do idealizador e fundador (primeiro secretário e diretor) do Clube Atlético Metropolitano nas 'simples' homenagens (por conta da passagem dos 9 anos de fundação) a Presidentes e Dirigentes dos primeiros anos do clube.
Haroldo Paz (na foto ele está com a camisa do Clube Náutico America e é o penúltimo em pé, na festa 2010 dos Núcleos do Metropolitano na Associação Coteminas), pessoa simples mas profundo conhecedor do 'futebol de essência' (aquele que ainda sobrevive nos campos de várzea e divisões secundárias do futebol Brasileiro) sequer foi citado e sei que nem procura, não precisa e não quer aplausos.
Se Blumenau e Médio Vale tem futebol profissional, devem aos atuais apaixonados que estão a frente do 'Projeto Verde' e aos que os antecederam como Robert 'Billy' Von der Heyde, Jaime de Andrade e Afonso Santos Rogério e outros que os acompanharam. Todos no entanto, não são nada mais que seguidores de um sonho. Um sonho de futebol para o povo e para as classes mais simples da sociedade. Criado pelo teimoso e empenhadissimo Haroldo Paz. Largou tudo para não deixar (no começo de 2002), a cidade sem futebol. Esqueceram o criador. Dos tempos em que não haviam recursos para o gelo e para as ataduras mas, havia coração. Eu sei disso. Vivi isso. Muito mais.
Futebol sem coração, sem memória e sem gratidão, não é futebol. Obrigado portanto! Haroldo Paz.
Foto: Silvio Kohler/Stadion

Um comentário:

Anônimo disse...

O metro tem quantos anos?? Porque copia o uniforme de outro time catarinense?